
Combinaram o dia e a hora do encontro, sem ao certo saber o que os esperava.
Fazia tanto tempo...
Tantas coisas aconteceram durante esse período...
Todo reencontro é um pouco desajeitado, mas depois de tantos anos... qual será o jeito de encontrar?
Ele pensava: "o que ela vai dizer?"
Ela dizia: "o que ele vai pensar?"
Mistura de ansiedade, medo, saudade e dúvida.
Eles se lembravam muito bem um do outro, características físicas, jeito de olhar, a voz, os trejeitos, os sentimentos. Era certo que haviam mudado muito, envelheceram, tinham histórias dolorosas pra contar... tinham muito o que falar.
Às 13hs de um dia 18 de novembro de um ano qualquer eles se reencontraram e surpreenderam-se em ver que, apesar do tempo, eram os mesmos. Reconheceram-se no olhar, no toque, e perceberam que o tempo não havia passado.
Seu relato é uma imagem perfeita. Luz intensa sobre sentimentos reais.Imagem forte e ao mesmo tempo agradável de se ver, com um toque onirico. Tenho até a impressão que vivi esse momento também.Imagem perfeita.
ResponderExcluirEu te achei aqui e tô babando nas suas histórias...
ResponderExcluirConfusão de sentimentos é o que eu sinto: saudosa por te ver em cada linha, ao mesmo tempo que cada relato mata um pouquinho da saudade...
Sá... te admiro!
Abraço mais que fraterno e o meu carinho!
Anna Paula (sua ex-paciente e amiga prá sempre!)